EUA e a Doutrina Monroe

Nobres Cavalheiros e Olímpicas Donzelas
Estudando um pouco sobre o mito do “Destino Manifesto” encontrei um vídeo bem bacana sobre o expansionismo norte americano. Esta sem audio, ainda não sei porque, alguma coisa relacionado com direitos autorais…achei que na internet não houvesse isso!rs…

Discutiremos o vídeo na sala.
Abraço a todos.

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Cabeçada no Gatinho

Nobes Cavalheiros e Subliminares Donzelas
Esse vídeo mostra um pouco da “racionalidade” dos movimentos populares pró-totalitarismo, lembrando que tivemos vários modelos desse regime como o Fascismo na Itália, Nazismo na Almenaha, Vargismo no Brasil e Franquismo na Espanha.
Estou com um pouco de pressa, amanha termino esse texto, mas vejam o filme e de um humor peculiar e dá para entender a relação estabelecida do totalitario com o socialismo.
Grande Abraço

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Liberal, Conservadora e Moralista

Nobres Cavalheiros e Boarquistas Donzelas
É sempre bom dar uma olhada no documento original, por isso hoje trago a vocês a declaração de Independência dos Estados Unidos para que possam observar a fascinante retorica liberal, moralista e burguesa do tão querido (pelos norte americanos) Thomas Jefferson.

Quando, no curso dos acontecimentos humanos, se torna necessário a um povo dissolver os laços políticos que o ligavam a outro, e assumir, entre os poderes da Terra, posição igual e separada, a que lhe dão direito as leis da natureza e as do Deus da natureza, o respeito digno para com as opiniões dos homens exige que se declarem as causas que os levam a essa separação.

Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a procura da felicidade. Que a fim de assegurar esses direitos, governos são instituídos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados; que, sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins, cabe ao povo o direito de alterá-la ou aboli-la e instituir novo governo, baseando-o em tais princípios e organizando-lhe os poderes pela forma que lhe pareça mais conveniente para realizar-lhe a segurança e a felicidade. Na realidade, a prudência recomenda que não se mudem os governos instituídos há muito tempo por motivos leves e passageiros; e, assim sendo, toda experiência tem mostrado que os homens estão mais dispostos a sofrer, enquanto os males são suportáveis, do que a se desagravar, abolindo as formas a que se acostumaram. Mas quando uma longa série de abusos e usurpações, perseguindo invariavelmente o mesmo objecto, indica o desígnio de reduzi-los ao despotismo absoluto, assistem-lhes o direito, bem como o dever, de abolir tais governos e instituir novos Guardiães para sua futura segurança. Tal tem sido o sofrimento paciente destas colónias e tal agora a necessidade que as força a alterar os sistemas anteriores de governo. A história do actual Rei da Grã-Bretanha compõe-se de repetidas injúrias e usurpações, tendo todos por objectivo directo o estabelecimento da tirania absoluta sobre estes Estados. Para prová-lo, permitam-nos submeter os factos a um mundo cândido.

Recusou assentimento a leis das mais salutares e necessárias ao bem público.

Proibiu aos governadores a promulgação de leis de importância imediata e urgente, a menos que a aplicação fosse suspensa até que se obtivesse o seu assentimento, e , uma vez suspensas, deixou inteiramente de dispensar-lhes atenção.

Recusou promulgar outras leis para o bem-estar de grandes distritos de povo, a menos que abandonassem o direito de representação no legislativo, direito inestimável para eles e temível apenas para os tiranos.

Convocou os corpos legislativos a lugares não usuais, sem conforto e distantes dos locais em que se encontram os arquivos públicos, com o único fito de arrancar-lhes, pela fadiga, o assentimento às medidas que lhe conviessem.

Dissolveu Câmaras de Representantes repetidamente porque se opunham com máscula firmeza às invasões dos direitos do povo.

Recusou por muito tempo, depois de tais dissoluções, fazer com que outros fossem eleitos; em virtude do que os poderes legislativos incapazes de aniquilação voltaram ao povo em geral para que os exercesse; ficando durante esse tempo o Estado exposto a todos os perigos de invasão externa ou convulsão interna.

Procurou impedir o povoamento destes estados, obstruindo para esse fim as leis de naturalização de estrangeiros, recusando promulgar outras que animassem as migrações para cá e complicando as condições para novas apropriações de terras.

Dificultou a administração da justiça pela recusa de assentimento a leis que estabeleciam poderes judiciários.

Tornou os juízes dependentes apenas da vontade dele para gozo do cargo e valor e pagamento dos respectivos salários.

Criou uma multidão de novos cargos e para eles enviou enxames de funcionários para perseguir o povo e devorar-nos a substância.

Manteve entre nós, em tempo de paz, exércitos permanentes sem o consentimento dos nossos corpos legislativos.

Tentou tornar o militar independente do poder civil e a ele superior.

Combinou com outros sujeitar-nos a uma jurisdição estranha à nossa Constituição e não reconhecida pelas nossas leis, dando assentimento aos seus actos de pretensa legislação:

para aquartelar grandes corpos de tropas entre nós;

para protegê-las por meio de julgamentos simulados, de punição por assassinatos que viessem a cometer contra os habitantes destes estados;

para fazer cessar o nosso comércio com todas as partes do mundo;

por lançar impostos sem nosso consentimento;

por privar-nos, em muitos casos, dos benefícios do julgamento pelo júri;

por transportar-nos por mar para julgamento por pretensas ofensas;

por abolir o sistema livre de leis inglesas em província vizinha, aí estabelecendo governo arbitrário e ampliando-lhe os limites, de sorte a torná-lo, de imediato, exemplo e instrumento apropriado para a introdução do mesmo domínio absoluto nestas colónias;

por tirar-nos nossas cartas, abolindo as nossas leis mais valiosas e alterando fundamentalmente a forma do nosso governo;

por suspender os nossos corpos legislativos, declarando-se investido do poder de legislar para nós em todos e quaisquer casos.

Abdicou do governo aqui por declarar-nos fora de sua protecção e fazendo-nos guerra.

Saqueou os nossos mares, devastou as nossas costas, incendiou as nossas cidades e destruiu a vida do nosso povo.

Está, agora mesmo, a transportar grandes exércitos de mercenários estrangeiros para completar a obra de morte, desolação e tirania, já iniciada em circunstâncias de crueldade e perfídia raramente igualadas nas idades mais bárbaras e totalmente indignas do chefe de uma nação civilizada.

Obrigou os nossos concidadãos aprisionados no mar alto a tomarem armas contra a própria pátria, para que se tornassem algozes dos amigos e irmãos ou para que caíssem em suas mãos.

Provocou insurreições internas entre nós e procurou trazer contra os habitantes das fronteiras os índios selvagens e impiedosos, cuja regra sabida de guerra é a destruição sem distinção de idade, sexo e condições.

Em cada fase dessas opressões solicitamos reparação nos termos mais humildes; responderam a nossas petições apenas com repetido agravo. Um príncipe cujo carácter se assinala deste modo por todos os actos capazes de definir um tirano não está em condições de governar um povo livre.

Tão-pouco deixamos de chamar a atenção de nossos irmãos britânicos. De tempos em tempos, os advertimos sobre as tentativas do Legislativo deles de estender sobre nós uma jurisdição insustentável. Lembramos-lhes das circunstâncias de nossa migração e estabelecimento aqui. Apelamos para a justiça natural e para a magnanimidade, e conjuramo-los, pelos laços de nosso parentesco comum, a repudiarem essas usurpações que interromperiam, inevitavelmente, nossas ligações e a nossa correspondência. Permaneceram também surdos à voz da justiça e da consanguinidade. Temos, portanto de aceitar a necessidade de denunciar nossa separação e considerá-los, como consideramos o restante dos homens, inimigos na guerra e amigos na paz.

Nós, por conseguinte, representantes dos Estados Unidos da América, reunidos em Congresso Geral, apelando para o Juiz Supremo do mundo pela rectidão das nossas intenções, em nome e por autoridade do bom povo destas colónias, publicamos e declaramos solenemente: que estas colónias unidas são e de direito têm de ser Estados livres e independentes; que estão desobrigados de qualquer vassalagem para com a Coroa Britânica, e que todo vínculo político entre elas e a Grã-Bretanha está e deve ficar totalmente dissolvido; e que, como Estados livres e independentes, têm inteiro poder para declarar a guerra, concluir a paz, contrair alianças, estabelecer comércio e praticar todos os actos e acções a que têm direito os estados independentes. E em apoio desta declaração, plenos de firme confiança na protecção da Divina Providência, empenhamos mutuamente nossas vidas, nossas fortunas e nossa sagrada honra.
Fonte: http://www.arqnet.pt/portal/teoria/declaracao_vorig.html

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Pesquisa para 8ª série

EQUADOR
Jornalista condenado à prisão
acusa presidente de censura

em 1/4/2010
O jornalista equatoriano Emilio Palacio, condenado a três anos de prisão por difamação, acusou o presidente do Equador, Rafael Correa, de orquestrar a ação contra ele como um alerta para críticos do governo. Palacio, do jornal El Universo, afirma que Correa está por trás da decisão que o condenou, na semana passada, por insultar o presidente da Corporação Financeira Nacional, Camilo Saman. “Ele está ordenando que eu seja destruído”, disse o jornalista.

A organização Repórteres Sem Fonteiras, com sede em Paris, criticou a sentença recebida por Palacio, classificando-a de “inoportuna e desproporcional”. A Sociedade Interamericana de Imprensa expressou preocupação de que Correa queira calar a mídia crítica ao governo da mesma maneira que faz o presidente Hugo Chávez na Venezuela.

O presidente equatoriano nega as acusações de repressão e censura. Já Palacio insiste que não fez nada ilegal ao escrever um editorial em que satirizava Saman por supostamente enviar guarda-costas ao jornal para reclamar de uma matéria. O advogado de Saman, Gutemberg Vera, negou que as queixas de seu cliente contra Palacio tivessem como objetivo intimidar a mídia. “Ele sentiu-se ofendido e insultado pelo editorial”, esclareceu. Saman, que é aliado de Correa, havia pedido a sentença máxima de seis anos de prisão, mas Palacio apelou da decisão. Informações de Gonzalo Solano [AP, 30/3/10]
Fonte:http://www.observatoriodaimprensa.com.br/

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Gabarito Prova do Segundo Ano

As informações contidas nesse gabarito são meramente de carater ilustrativo, as provas são corrigidas a critério do professor.

1 – (AMAM/RJ) A vida de milhões de pessoas em quase todas as regiões do planeta Terra foi influenciada pela REVOLUÇÃO INDUSTRIAL. Sobre a Revolução Industrial são afirmações corretas, EXCETO: (valor 06)

A) As fontes de energia tradicionais (água, vento, força muscular) foram superadas pelas máquinas a vapor e pela eletricidade.
XB) Assim como a Renascença nasceu na Itália, a Reforma Protestante na Alemanha, a Revolução Industrial teve seu início nos Estados Unidos da América.
C) Acelerou o processo de migração do campo para as cidades, contribuindo para o crescimento da população urbana.
D) Contribuiu para o progresso dos meios de transporte e de comunicação, possibilitando a venda de produtos industrializados no âmbito mundial.
E) A luta dos operários, por melhores condições de vida e melhores salários, evoluiu para a formação de sindicatos de trabalhadores.

2 – Em meados do século XVIII, a sociedade européia ocidental passou por um processo global de transformação que marcou o estabelecimento do sistema capitalista como modo de produção predominante.
O conjunto das transformações ocorridas na indústria, no comércio, nos transportes, no sistema bancário e na agricultura, ou seja, na economia como um todo, recebeu o nome de Revolução Industrial.
Dentre as pré-condições deste processo destacam-se: (valor 06)

A) a acumulação de capitais, a preservação da mão-de-obra servil, a retração do mercado e a estagnação tecnológica;
B) o fortalecimento das grandes propriedades, a liberação da mão-de-obra, a redução do mercado externo e o aperfeiçoamento tecnológico;
C) o fortalecimento dos laços de dependência, a ampliação do poderio econômico da nobreza, a exploração da mão-de-obra escrava e a retração do mercado;
xD) a acumulação de capitais, a liberação da mão-de-obra, o aperfeiçoamento tecnológico e a ampliação dos mercados externos;
E) a acumulação de capitais, o trabalho assalariado, a retração do mercado e a estagnação tecnológica.

3 – Baseado nos seus estudos e no cotidiano, podemos afirmar que: “a revolução industrial e o contínuo avanço das tecnologias dos maquinários, fez com que o trabalho do homem fosse substituído pelo trabalho das maquinas.”?Justifique sua resposta e cite exemplo. (valor 06)

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4 – É comum afirmarmos que a primeira fase da revolução industrial ocorreu na Inglaterra com o desenvolvimento da indústria têxtil, em um segundo momento, dessa primeira revolução, temos outros países da Europa entrando no processo de industrialização. Agora caracterize a  segunda revolução. (valor 06)

A utilização de borracha e petróleo como matéria prima e também a utilização da eletricidade como fonte de energia

5 -  Uma das ideologias mais prosperas no período da revolução industrial foi o capitalismo, explique porque o capitalismo atende as expectativas de uma classe burguesa em acessão. (valor 06)

Pois esse sistema político,econômico e social presa pela obtenção de lucros, maior produtividade, ampliação de mercado, manutenção da elite.

6 – Qual foi impacto social do capitalismo na sociedade da revolução industrial, esse impacto ainda é sentido na sociedade atual? Explique. (valor 06)

Aumento da desigualdade social, é cada vez mais evidente essa desigualdade, principalmente, no Brasil onde essa desigualdade se torna ridícula cada vez que observamos como o poder e o dinheiro estão sendo concentrados nas mãos de poucos e aos outros só resta sobreviver ou morrer de fome.

7 – Nacionalismo vai muito além de somente respeitar os símbolos nacionais e assistir a copa do mundo de quatro em quatro anos. Explique como esse sentimento (nacionalismo) influenciou no processo de unificação da Alemanha e Itália. Qual alegação os chefes de estado recorreram para que houvesse essa unificação? (valor 06)

Recorrendo a matriz étnico-cultural e visando a ampliação do mercado consumidor, chefes de estado como o de Piemonte (Itália) e Prússia (Alemanha), deram início e  promoveram a união dos estados independentes, recorrendo ao sentimento de nacionalidade.

8 – A unificação italiana esbarra, quando não recebe o apoio do Papa Pio IX, que só resolve apoiar após o tratado de Latrão. Por que somente após a assinatura desse tratado a Igreja resolve apoiar a unificação? (valor 06)

A Igreja tinha medo de perder o controle sobre os Estados Papais, e como o tratado assegurava esse controle a Igreja passou a apoiar a unificação.

9 – Durante o processo de unificação da Alemanha houve uma intensa disputa entre a Prússia e a Áustria, tendo seu ápice com a criação da liga aduaneira (Zollverein), por parte dos prussianos. Explique o que foi essa liga aduaneira. (valor 06)

A Prússia era a economia mais forte, por isso propõem abolir as barreiras alfandegárias entre todos os estados germânicos, exceto com a Áustria, prevendo assim um enfraquecimento inevitável da rival.

10 – Disserte sobre o liberalismo. (valor 13)

Teoria e Pratica, princípios, beneficiados, prejudicados.

11 – Disserte sobre o Socialismo. (valor 13)

Teoria e Pratica, princípios, beneficiados, prejudicados.

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Gabarito da Prova do Primeiro Ano

As informações contidas nesse gabarito são meramente de carater ilustrativo, as provas são corrigidas a critério do professor.

1 – O austríaco Gerd Honsik, 67, foi condenado no dia 27 de Abril a 5 anos de prisão por negar a existência do Holocausto.

(…)

“É um dos líderes ideológicos da cena neonazista”, disse o promotor Stefan Apostol. Para o promotor, as ideias de Honsik representam perigo porque podem iniciar tumultos entre pessoas desempregadas ou com pouca educação.

Fonte: http://segundaguerra.org/austriaco-e-condenado-a-prisao-por-negar-o-holocausto

Após ler esse fragmento o que podemos afirmar sobre a necessidade do ensino da história? (valor: 06)

A história nos serve como formadora de opinião e identidade, se negarmos nosso passado desprezamos a luta e a morte de milhares de pessoas que forneceram a base do pensamento e estrutura social que temos hoje.

2 – Explique o conceito de Civilização: (valor: 06)

Um grupo de humanos com organização social e cultural, estabelecidos em determinada região da terra.

3 – As primeiras civilizações a se tornarem sedentárias, escolheram a região entre rios para fixar moradia. Como essas civilizações conseguiram sobreviver, já que o solo e o clima são desfavoráveis ao plantio. (valor: 06)

Os rios traziam húmus das regiões altas, o que fertilizava a terra e com as cheias era possível a construção de barragens que armazenavam água para a manutenção da cultura e também para se beber.

4 – Explique o conceito de “Cidade-Estado”. (valor: 06)

Eram pequenas cidades que possuíam um exército próprio, tornando-se independente econômico, político e socialmente das outras cidades que a rodeavam.

5 – A lei de Hamurabi parece ser justa quando se baseia no “olho por olho e dente por dente”, mas explique a relação de injustiça quando aplicada em pessoas diferentes classes sociais. (valor: 06)

O código previa que escravos e empregados faziam parte da constituição de um homem, ou seja, se o homem que tivesse escravos ou empregados arrancasse o olho de outro homem, o culpado poderia ordenar que um de seus escravos ou empregado cumprisse a pela em seu lugar.

6 – Complete a pirâmede social do Egito:

Faraó

Escribas

Mercantes

Camponeses

7 – O povo egípcio teve grande desenvolvimento em diversas áreas, como na matemática e até mesmo na escrita. No que consiste a escrita egípcia e qual era a importância dos escribas dentro do sociedade? (valor: 06)

A escrita egípcia baseada em símbolos que poderiam representar expressões, sentenças e até histórias inteiras com era muito complexa, e se destinava a um grupo fechado de funcionários reais, esses que tinham como dever transmitir as ordens do faraó ao povo e também de registrar os feitos da civilização.

8 – Os Fenícios conseguiram desenvolver uma grande rede de comércio, com isso tiveram também que desenvolver algumas técnicas. Cite algumas e explique a importância de cada uma para a população Fenícia. (valor: 06)

A escrita, para manter os registros das vendas, as embarcações e as técnicas de navegação para ampliar o mercado consumidor.

9 – Como podemos definir a sociedade de Esparta?

Sociedade escravista e militarista.

10 – Qual a importância da mulher e como era a educação dentro da sociedade de Esparta?      (valor:10)

A mulher assume papel de destaque, pois representa a “mãe” dos guerreiros, e a ela tinha como obrigação a “produção” de bons guerreiros por isso praticavam exercícios físicos e participavam de jogos.  A educação era papel da família apenas até os sete anos quando os meninos já eram incorporados ao exército.

11 – Qual era o regime político dentro de Atenas e como funcionava o sistema de leis antes de serem escritas? (valor:06)

O regime político era democrático, e as leis eram feitas segundo os costumes e eram impostas pelos eupatrias.

12 – Quem eram os cidadãos dentro de Atenas? (valor:10)

Os homens acima de dezoito anos e que fossem a segunda geração nascida em Atenas.

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Gabarito Prova Oitava Série

As informações contidas nesse gabarito são meramente de carater ilustrativo, as provas são corrigidas a critério do professor.

1 – O imperialismo esta presente na nossa sociedade desde o início do sexulo XX até os dias de hoje, como podemos observar no texto de James Pedras:

“O imperialismo cultural americano tem dois grandes objetivos, um econômico e o outro político: capturar mercados para as suas mercadorias culturais e estabelecer hegemonia pela modelação da consciência popular. A exportação do entretenimento é uma das mais importantes fontes de acumulação de capital e de lucros globais, deslocando as exportações manufatureiras. Na esfera política, o imperialismo cultural desempenha um grande papel na dissociação das pessoas das suas raízes culturais e tradições de solidariedade, substituindo-as com necessidades criadas pelos media, as quais mudam a cada campanha publicitária.”

Fonte: http://lists.econ.utah.edu/pipermail/a-list

Explique o que é o imperialismo

Imperialismo é um tipo de “política” que esteve muito presente no pós 2ª Revolução Industrial. Adotada por países ricos, como Inglaterra, França e Alemanha, que tinham três principais interesses:

1º aumentar o mercado consumidor de seus produtos industrializados;

2º adquirirem matéria prima “exótica” e barata;

3º mão de obra barata.

Para atingir esses objetivos fizeram colônias na África e Ásia, promovendo a miséria e a desigualdade social.

2 – Explique a charge:

A Inglaterra no seu processo de Imperialista

A charge demonstrar um pouco da política imperialista adotada pela Inglaterra durante o inicio do século XX onde o seu principal interesse era conquistar o máximo de colônias possíveis.

3 – Um dos motivos causadores da 1ª Guerra Mundial foi o “revanchismo Francês”, explique a que se refere essa expressão.

A expressão se refere ao episódio onde a França não aceita ter perdido a região da Alsácia Lorena para a Alemanha, sendo assim alimentando um sentimento de revolta e a tentativa de reconquistar essa região.

4 – Pan-eslavismo e pan-germanismo são respectivamente projetos de união da Rússia e da Alemanha, explique quais os motivos de união segundo esses projetos.

Esses projetos se baseavam na matriz cultural para justificar a união desses povos, ou seja, buscavam unir todos aqueles que descendem do mesmo “tronco cultural”, aí havendo uma rápida comprovação da familiaridade através de língua, religião, fisionomia e os costumes e rituais.

5 – Enumere 1 para Tríplice Aliança e 2 para Tríplice Entente:

1 ]Alemanha                                      [  1 ]  Itália

[   2 ]França                                           [   2 ] Rússia

[   2 ]Inglaterra                                      [   1 ] Austro-Húngaros

6 – O estopim da 1ª Guerra Mundial, com certeza, foi o assassinato do príncipe herdeiro do trono austríaco Francisco Ferdinando, mais quais foram os outros motivos que contribuíram para que houvesse a 1ª Guerra Mundial?

A chamada “paz armada”, onde as potencias, apesar de não haver guerra, acumularam grande poder bélico, as disputas imperialista principalmente a Inglaterra que pretendia manter o seu status de nação mais poderosa, o Revanchismo Francês.

7 – A primeira guerra foi uma guerra de trincheiras onde homens se empilhavam em pequenas valetas enlameadas e sem a menor condição de sobrevivência. Agora explique o papel da mulher e dos jovens nesse mesmo período.

As crianças e os jovens homens tiveram participação ativa dentro da guerra, uma vez que também eram incentivados e recrutados pelo exército. Participando das batalhas e vivendo nas trincheiras.

Para as mulheres teve um lado social importante que a foi a consolidação definitiva no mercado de trabalho, infelizmente, o contexto explica que essa entrada no mercado de trabalho se dá principalmente pela falta de seus maridos e filhos mortos na guerra, o que as obriga a assumir o trabalho em fabril.

8 – Citem duas penalidades sofridas pela Alemanha no Tratado de Versalhes

Pagina 14 da apostila.

9 – Qual a relação da primeira guerra com a ascensão de Adolf Hitler e posteriormente a Segunda Guerra Mundial?

Pagina 15 da Apostila

10 – O poema seguir fala sobre a guerra leia-o e depois responda.

Nestas trincheiras marcantes, ouvimos o som da morte, está distante e tão perto, até á distância de um bala que acaba com uma família perfeita.
As balas caem como a chuva em pleno Inverno, incessantes, apenas não ferem mas desgastam a alma.
E os bombardeamentos, ás nossa posições como campas de improviso, caem como demónios na terra ou saem da própria terra, matando grupos de soldados que pensam combater pela sua pátria, a cada passo para conquistar novos territórios.
Os lança chamas queimam as máguas com o calor do interior da terra e as metralhadoras distribuem tragédias.
e no meio desta confusão ainda têm a lata, de mandar-nos cartas de familiares já que é apenas tempo queimado pois qualquer dia morreremos neste horror.

(…)

Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=45952

Em sua opinião, qual é o principal ensinamento deixado pelas guerras?

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