Sobre o Conceito de História

Boa tarde nobres cavalheiros e inestimáveis donzelas…

Separei dois texto, que serão analisados também, em sala para a nossa reflexão sobre história…

o primeiro fala sobre Nick Griffin que faz parte de uma nova geração de políticos eugenistas da Europa, talvez por isso ele negue o holocausto, pois o primeiro passo para promover uma limpeza étnica é fazer com que o povo “impuro” esqueça quem é ou de onde veio.

O holocausto ainda estar vivo na mente da comunidade européia dificulta a disseminação dessas idéias de ódio étnico, pois Hitler deixou profundas marcas na humanidade exterminando milhões de judeus, gays, deficientes físicos, poloneses dentre outros povos.

O fato de ter havido ou não o holocausto, não muda as torturas sofridas nos campos de concentração, mas atende necessidades ideológicas.

Ele nega o Holocausto, mas vai a Copenhague

por Paula Rothman

Nick Griffin é um parlamentar de extrema direita da Inglaterra. Ele é um dos 15 representantes selecionados para falar em nome da União Européia na conferência climática das Nações Unidas em Copenhague este mês.

Nick Griffin não acredita no aquecimento global. Segundo reportou o jornal inglês The Guardian, ele fez um discurso na câmara na qual afirmou que “as mudanças climáticas estão sendo usadas para impor uma utopia anti-humana tão mortal como qualquer coisa concebida por Stalin ou Mao”. À BBC, ele disse: “O Aquecimento é uma farsa

Nick Griffin é também o homem das fotos acima – na esquerda, ele aparece com uma camiseta escrita “Poder Branco”.

Nick Griffin é o mesmo homem que, em vídeo, negou a existência dos campos de concentração nazistas na segunda guerra mundial – as câmaras de gás de Auschwitz seriam “uma grande mentira”.

A questão é tão polêmica que é até mesmo difícil começar a comentar, mas acho que a primeira pergunta que vêm à mente é: como alguém que nega um fato histórico pode ter credibilidade para debater um assunto tão importante? Isso sem falar na conotação racista da camiseta usada por ele na juventude….

As fotos acima foram tiradas do site Treehugger, que faz uma interessante análise de como seria fácil cair no argumento (injusto) de que “não crer no aquecimento é não crer no holocausto”. Este seria um caminho muito fácil para qualquer defensor dos cortes de emissões de carbono – mas seria errado. Não só com as vítimas do massacre nazista, mas com aqueles que têm o direito de discordar das evidências do aquecimento que, apesar de presentes, ainda não são precisas.

As divergências na teoria são o que fazem os cientistas se aprofundarem ainda mais no assunto e, justamente por isso, a presença de um grupo cético à teoria do aquecimento em Copenhague poderia levantar uma discussão saudável – na qual argumentos dos dois lados seriam expostos e a população teria mais embasamentos para formar uma opinião.

O problema é que a figura de Griffin já empobrece qualquer debate. Como diz o Treehugger: o que ele acha ou deixa de achar a respeito do Holocausto não invalida toda a teoria dos céticos do aquecimento, mas invalida sua figura.

Então, no fim das contas, sua ida pode acabar favorecendo a teoria que tanto combate. Enquanto estiver defendendo a “verdade” sobre o aquecimento na qual acredita, as pessoas também podem parar e pensar quais outras “verdades” ele já defendeu por aí….

Fonte:http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/2009/11/30/ele-nega-o-holocausto-%E2%80%93-mas-vai-a-copenhague/

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O segundo texto fala sobre os judeus e o movimento sionista, estudado na oitava serie, o qual  se apóia em três frentes para a defesa da posse das terras tomadas da palestina. 1º Econômico militar os judeus tem mais dinheiro e mais armas, havendo a possibilidade simples de o mais forte ter o domínio, o 2º é o fato político, a influência exercida pela comunidade judaica no mundo, e a ultima  e a 3º e último fator é Histórico religioso, Deus prometeu a terra as doze tribos de Israel.

O que podemos perceber que, ainda não houvesse as duas primeiras frentes, Econômico militar e Político, as atitudes do movimento sionista são regidas pela fundamentação histórica religiosa.


A Terra de Israel

O pedaço da terra mais disputado do mundo talvez seja a terra de Canaã. Este lugar, hoje chamado de Israel, ocupa uma faixa bem estreita entre o mar Mediterrâneo e o rio Jordão. Canaã é pequena, contendo uma área bem menor que o estado de Sergipe e menos de uma metade dos metros quadrados de Alagoas. Mesmo assim, esse território tem sido almejado e contestado desde a antigüidade. O que a Bíblia nos ensina sobre esta terra, a quem pertence hoje, e quais são os planos que o Senhor tem para seu futuro?

A História da Terra

Quando Deus chamou Abraão para que deixasse a parentela e fosse para uma determinada terra (Gênesis 12:1), este foi para Canaã. Ali, ele peregrinou e criou sua família. O Senhor prometeu que daria aos descendentes de Abraão “esta terra(Gênesis 12:7), e repetiu a promessa para Abraão (Gênesis 13:14-15, 17; 17:8), Isaque (Gênesis 26:3-4) e Jacó (Gênesis 28:13). O Senhor explicou que o cumprimento ia demorar uns quatrocentos anos (Gênesis 15:13-16). De fato, 430 anos depois (Êxodo 12:40-41), o Senhor levantou Moisés que libertou o povo do Egito e o conduziu à terra prometida. Por causa da incredulidade do povo, a realização da promessa demorou mais uma geração (Números 13-14). Mas finalmente, Israel entrou e conquistou a terra (veja Josué).

Israel tomou conta de toda a terra que Deus prometeu. “Assim o Senhor deu aos israelitas toda a terra que tinha prometido sob juramento aos seus antepassados, e eles tomaram posse dela e se estabeleceram ali … De todas as boas promessas do Senhor à nação de Israel, nenhuma delas falhou; todas se cumpriram” (Josué 21:43, 45). O próprio Josué afirmou num discurso aos líderes de Israel: “Vocês sabem, lá no fundo do coração e da alma, que nenhuma das boas promessas que o Senhor, o seu Deus, lhes fez deixou de cumprir-se. Todas se cumpriram; nenhuma delas falhou(Josué 23:14b; veja também 1 Reis 4:21; Neemias 9:7-8).

Deus deu a terra para o povo de Israel de forma incondicional. Logo antes da entrada do povo na terra prometida, o Senhor explicou: “Não é por causa de sua justiça ou de sua retidão que você conquistará a terra delas. Mas é por causa da maldade destas nações que o Senhor, o seu Deus, as expulsará de diante de você, para cumprir a palavra que o Senhor prometeu, sob juramento, aos seus antepassados, Abraão, Isaque e Jacó” (Deuteronômio 9:5). Os israelitas receberam a terra apenas porque Deus havia garantido aos patriarcas que a daria aos seus descendentes. Mas eles iriam continuar na terra somente por sua fidelidade ao Senhor. Em Deuteronômio 28 e Levítico 26, Deus salientou as maldições que o povo ia sofrer caso quebrasse a aliança, inclusive a expulsão da terra: “Vocês serão desarraigados da terra em que estão entrando para dela tomar posse” (Deuteronômio 28:63b). Eles desobedeceram ao acordo que fizeram com Deus múltiplas vezes e apesar de longanimidade enorme, finalmente o Senhor concretizou as maldições contra a nação: Assíria e Babilônia levaram-na em cativeiro.

Depois do exílio, porém, Deus se comprometeu que deixaria o povo retornar para a terra prometida (Deuteronômio 30:5). De fato, sob a liderança de Josué e Zorobabel, o povo voltou para a terra de Canaã (veja Esdras). Infelizmente, o povo novamente se afastou do Senhor, e Jesus anunciou que seria expulso da terra mais uma vez. Depois de ter passado um capítulo salientando os erros dos líderes, Jesus decretou: “Eis que a casa de vocês ficará deserta …Eu lhes garanto que não ficará aqui pedra sobre pedra; serão todas derrubadas” (Mateus 23:38; 24:2). Ele falou que Jerusalém seria destruída naquela geração (Mateus 24:34), e assim aconteceu. No ano 70 d.C. o general Tito com o exército romano cercou, conquistou e aniquilou a cidade de Jerusalém.

Fonte: http://www.estudosdabiblia.net/d106.htm

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